Alguns dias após, recebi uma resposta do próprio Jô,
agradecendo o livro, pedindo que em razão da agenda do programa estar lotada,
eu aguardasse uma oportunidade, mas me convidando para colaborar com as famosas
“pérolas” dos estudantes, que ele costumava dizer na abertura dos seus
programas.
Vai daqui, então, algumas das minhas contribuições, que
aconteceram através de outros colegas professores, ou que me estarreceram nas
próprias salas de aula:
Perguntas:
“Nas Serras Gaúchas
tem praia?”
“Ácido tartárico é aquele que o dentista usa para retirar o
tártaro dos dentes? Ele também é usado para fazer o molho tártaro?”
“Condensação não é a passagem do estado líquido para o
sólido do leite condensado?”
“Parênteses não são pessoas que pertencem à mesma família?”
“Cabaça não é o nome que se dá no Nordeste à mulher virgem?”
“Força centrípeta não é o oposto de força contrípeta?”
“Vos reflexiva não é a voz da consciência, que faz a pessoa
refletir?”
“Varicela não é o diminutivo de varize?”
“Verbos defectivos não são verbos usados que defecam uma
frase, como ‘borrar’ e ‘cagar’”?
Afirmações:
“Atrito é doença de velho que dá nas articulações”
“Cartesiano é o nome que se dá quando se encontra água num
poço”
“Glutão é quando uma pessoa tem a bunda muito grande”
“Hífen é a membrana que tapa a entrada da vagina das
virgens”
“Fonema é a ligação telefônica que ninguém diz nada”
“Depauperado é quando um homem faz cirurgia de fimose”
“Retrovírus é o vírus que só pode ser visível pelo
retroprojetor”
“Seminário é o banco de sêmen”

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