PIADAS DA HORA

                 Como já dizia o grande compositor Billy Blanco “o que dá pra rir, dá pra chorar”, tenho flagrado situações que, embora sejam gafes ou ignorâncias, não podem deixar de ser comentadas. E como estou sempre ligado no que acontece à minha volta, desculpem, mas tenho de fazer rir e não chorar.

                    PIADAS DA HORA

                Ontem, ao chegar na padaria pela manhã para comprar aqu
ele pãozinho francês para o café da manhã, escutei essa:

                “O Mengão só não goleou o Palestino porque teve pena!”, disse o cara que estava na fila.

´              E qual não foi a minha cara e a de muita gente, quando o balconista retrucou:

                — Tinha que ter pena mesmo! Afinal, os palestinos estão em guerra com Israel; a cidade deles está tão destruída, que nem devem ter campo pra treinar, e, ainda por cima, foram obrigados a viajar pro Brasil pra jogar no Maracanã! Além disso, já imaginou que, enquanto estavam jogando, os familiares poderiam estar sendo bombardeados?

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                Assistindo ao jogão Manchester City X Real Madri, a emoção era tanta, que muita gente não deve ter percebido as gafes do narrador e do comentarista.

                O City tem dois jogadores com nomes muito curiosos: o inglês Philip Foden e o belga Jérémi Doku.

                De repente, durante uma jogada de iminente perigo na área do City, o narrador gritou: “Tira a bola Doku!”

Minutos depois, quando o atacante do City fez um golaço, o narrador, mais uma vez, não se conteve, e gritou: “Foden! Foden! Foden!”, “O nome dele é Foden! Foden, o cara!”

E não ficou nisso, porque, na mesma hora, ainda cheio de emoção, ele esganiçou-se: “Daqui dá pra se ouvir o grito vindo da arquibancada: ‘City, Foden” City, Foden!”

E como se isso já não tivesse me afrouxado de risos, o comentarista ao escolher o melhor jogador, no final da partida, disse: “Se Foden... Isso mesmo, telespectadores! Se Foden não tivesse jogado o que jogou, eu juro que Doku... Juro que minha escolha seria Doku!”

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Faço parte de um grupo de escritores independentes, que estão sempre publicando seus livros em plataformas. Uma delas é o KU — isso mesmo, KU —, sistema de assinatura de livros digitais da Amazon.

Esta semana, trocávamos mensagens no celular, quando uma das colegas postou:

”Acabei de colocar meu livro no KU!”

Por alguns segundos houve um silêncio absoluto até que alguém comentou, começando um diálogo entre eles:

“Eu também ia colocar o meu no KU, mas desisti porque não teria visibilidade. Pouca gente ainda gosta do KU!”

”Eu discordo. Esse já é o segundo livro que ponho no KU, e tenho gostado muito. O primeiro pode não ter sido um sucesso, mas depois que fiz bastante propaganda, muita gente passou a me conhecer pelo KU.

“Você, quando bota o livro no KU, você deixa o seu KU aberto?”

”Você quer saber se eu cobro pelo meu livro no KU? Normalmente, nas primeiras semanas, eu deixo todo mundo ver meu KU de graça!”

“Legal! Acho, então, que vou experimentar colocar meu livro também no KU.”

“Garanto que você vai gostar!”

“Certo! Mas que tipo de livro você põe no KU?”

“Hoje, foi um romance de 200 páginas, mas o primeiro foi um suspense de 400!”

“Nossa! Não sei como aguenta!”

“É que depois que descobri que posso colocar tudo no KU, não tenho feito outra coisa.”

“Você pode me dar o endereço do seu KU? Já que seu KU está de graça, vou navegar dentro dele pra ver se gosto.”

“Tudo bem. Mas se tiver alguma dificuldade, me avisa, porque terei o maior prazer em  te ajudar a explorar o meu KU!” 

     

 

 

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